Influência da decisão de juros dos EUA no mercado

O dólar será influenciado esta semana pela decisão de juros dos EUA e pelo comunicado do Fed. O mercado aposta em um possível aumento de 0,25 pp, mas alguns esperam 0,5 pp. O real reagiu positivamente a notícias da China e fechou a semana anterior cotado a R$ 4,7797.

As expectativas são de alta na taxa dos Fed Funds e cortes da Selic. O mercado segue atento aos dados de inflação e à relação de juros entre Brasil e EUA.

As expectativas de juros e a reação do real

Nesta semana, o rumo do dólar por aqui estará diretamente ligado à decisão de juros nos EUA, que ocorrerá na quarta-feira, dia 26. A divulgação do comunicado do Fed logo em seguida também será de grande relevância.

O mercado em sua maioria aposta em um aumento de 0,25 ponto percentual desta vez, mas há quem acredite em um aumento de 0,5 ponto percentual.

O comunicado do Fed e suas implicações futuras

O comunicado do Fed fornecerá insights sobre as intenções do Comitê de Política Monetária para as próximas ações. Como costuma mencionar Jerome Powell, o presidente do Fed, os dados de inflação, como folha de pagamento, pedidos de seguro-desemprego e outros indicadores, guiarão a avaliação do comportamento inflacionário e, consequentemente, embasarão as decisões tomadas.

O impacto dos estímulos econômicos da China na economia brasileira

Na semana passada, a agenda doméstica estava esvaziada, mas o mercado reagiu a notícias internacionais. Contudo, há uma máxima incontestável no mercado: “contra o fluxo, não há argumentos” – nem mesmo conflitos, diferencial de juros ou política fiscal. Encerramos a semana anterior seguindo essa tendência.

Na sexta-feira, o dólar fechou cotado a R$ 4,7797 para venda, com um grande fluxo de recursos direcionado para nossa Bolsa, especialmente devido às operações de carry trade, impulsionadas pelo aumento das commodities e pelos estímulos econômicos anunciados pela China. As boas notícias para a economia chinesa influenciam positivamente o real, já que somos exportadores de commodities e a China é um importante cliente.

A expectativa do mercado é um aumento de 0,25 ponto percentual na taxa dos Fed Funds na próxima quarta-feira, e cortes na taxa Selic a partir de agosto, que atualmente está em 13,75%, o que reduzirá o diferencial de juros. Apesar disso, nossa taxa de juros ainda é muito alta em comparação com a dos EUA. O novo suporte técnico para o dólar americano é de R$ 4,75.

Os estrangeiros aproveitam nossos juros, mas ao mesmo tempo, realizam seus investimentos e retiram recursos daqui. Por isso, vemos flutuações mais acentuadas na taxa de câmbio no Brasil. Até quarta-feira, tudo é uma questão de expectativa. Depois disso, teremos fatos concretos. No entanto, o mercado já precifica suas expectativas.

No calendário econômico de hoje, teremos aqui no Brasil o tradicional boletim Focus e, na Europa e nos EUA, os PMI.

Takeaway: As decisões de juros nos EUA e as notícias internacionais, especialmente da China, têm um impacto significativo no mercado cambial brasileiro.

Desejo a todos uma excelente semana repleta de oportunidades e lucros!

Em conclusão, o comportamento do dólar nesta semana estará fortemente influenciado pela decisão de juros nos EUA e pelas perspectivas do comunicado do Fed. O mercado se divide entre apostas em um aumento de 0,25 pp ou 0,5 pp. O real reagiu positivamente a notícias da China e à alta das commodities, resultando em um fechamento da semana anterior em R$ 4,7797. As expectativas apontam para um aumento na taxa dos Fed Funds e cortes na Selic, destacando-se a relevância dos dados de inflação e do diferencial de juros entre Brasil e EUA nas decisões do mercado cambial.

“Contra o fluxo, não há argumentos” – nem mesmo conflitos, diferencial de juros ou política fiscal.

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